Crise alimenta Consórcio

    06/04/2018

    Conheça as vantagens da modalidade de crédito que cresceu 12% em 2017

    Crise alimenta Consórcio

     Se houve um segmento que ganhou destaque com a crise, e andava ofuscado com os promoções “taxa zero” e outras opções de compra a prazo, foi o de consórcio.

     Para quem trabalha no setor, a instabilidade econômica experimentada de 2015 para cá fez o consumidor ficar mais atento a suas finanças pessoais.

     “Enquanto no CDC (Crédito Direto ao Consumidor) o cliente entra como devedor, no consórcio ele entra como poupador”, resume Paulo Roberto Rossi Presidente da Abac (Associação Brasileira de Administradoras de Consórcio). De janeiro a novembro de 2017, o setor movimentou R$ 42,63 bilhões contra R$ 38,08 bilhões do mesmo período de 2016, alta de 12%.

     O número de adeptos também cresceu: subiu de 971.300 para 1.036.000.

    O consórcio é uma poupança programada em que o consumidor adquire uma cota e participa de um grupo para aquisição de um veículo por meio de pagamentos mensais em um período preestabelecido. Essas parcelas pagas mensalmente pelos clientes formam o saldo financeiro para realização das assembleias do grupo.

     Antes de adquirir uma cota cheque se administrador é autorizada a atuar pelo Banco Central do Brasil (bcb.gov.br) ou pela Abac (abac.org.br). No contrato, preste atenção em valor de crédito, duração do grupo, taxa de administração e todas as despesas que serão cobradas. E verifique as regras de contemplação. Lembrando que no consórcio você não leva o carro no ato, como no financiamento. Ele só sai por um sorteio e por lance cujas regras estão definidas também no contrato.

    Fonte: Revista Quatro Rodas de Março de 2018

    Edição: Promenac Consórcio.